10 Mapas Medievais da Grã-Bretanha
As pessoas no mundo medieval eram notavelmente bem viajadas, e grandes saltos foram feitos na extensão e precisão da cartografia no final da Idade Média. Este artigo traça 500 anos de desenvolvimento em mapas da Grã-Bretanha, desde antes da Conquista Normanda até o atlas do século XVI de Gerard Mercator.
A evolução da cartografia medieval da Grã-Bretanha reflete não apenas os avanços tecnológicos e o aumento da precisão geográfica, mas também as mudanças culturais e intelectuais da época. Desde os primeiros mapas, que serviam principalmente a propósitos religiosos e administrativos, até os atlas detalhados do século XVI, cada mapa conta uma história de exploração, descoberta e avanço do conhecimento humano. A importância desses mapas vai além da mera representação geográfica; eles são testemunhos históricos de um mundo em constante mudança e crescimento.
- Mapa de Canterbury – 1025-50
- Mapa da Grã-Bretanha por Matthew Paris – século XIII
- O Mapa de Gough – século XIV
- Gráfico Portolan por Pietro Visconte – c. 1325
- Britannia Insula por George Lily – 1548
- Anglia e Hibernia por Sebastian Münster – 1550
- Inglaterra com o Reino Adjacente, Escócia por Sebastian Münster – 1554
- Anglia e Hibernia Nova por Girolamo Ruscelli – 1561
- Inglaterra e Escócia por Giovanni Camocio – 1575
- Anglia Regnum por Gerard Mercator – 1595
A evolução da cartografia medieval da Grã-Bretanha reflete não apenas os avanços tecnológicos e o aumento da precisão geográfica, mas também as mudanças culturais e intelectuais da época. Desde os primeiros mapas, que serviam principalmente a propósitos religiosos e administrativos, até os atlas detalhados do século XVI, cada mapa conta uma história de exploração, descoberta e avanço do conhecimento humano. A importância desses mapas vai além da mera representação geográfica; eles são testemunhos históricos de um mundo em constante mudança e crescimento.
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